A dança é a mais antiga das artes criadas pelo homem.

Nas pinturas das cavernas pré-históricas, podemos ver a tentativa dos primeiros artistas de mostrar o homem primitivo dançando instintivamente, usando seus movimentos e gestos para agradar vitórias, celebrar alguma festa, enfim, o homem dançava em cada manifestação de vida.
A dança, como arte de divertir, surgiu com o teatro grego que incluía o canto e
a pantomima nos seus espetáculos dançados: os gregos foram os primeiros a usar a dança e os gestos para explicar as partes complicadas da histórias contada.
Os antigos romanos, combinavam música e dança com acrobacias e
números de circo para ilustrar fábulas populares.
Não só na Grécia e em Roma, mas também no Egito antigo a dança foi desde muito cedo a maneira de celebrar os deuses, de divertir o povo e a partir desse ritual se desenvolveram os elementos básicos para arte teatral atual.

O ballet- clássico é o desenvolvimento e a transformação dessa dança primitiva, que baseava-se no instinto, para uma dança formada de passos diferentes, de ligações, de gestos de figuras previamente elaborados para um ou mais participantes.

A Evolução no Século XVIII

Em 1713, foi fundada a escola de dança da Academia Real.
Havia um regulamento que impunha que os diretores escolhessem os melhores súditos e ensinassem para eles gratuitamente sua técnica. Sem dúvida, a criação da escola colaborou para o aprimoramento técnico da dança, mas por outro lado contribuiu para a monotonia que foi gerada pelo apego ao movimento e o esquecimento da emoção que ele exprime. Havia uma rotina na escola que se fixava ainda mais no virtuosismo puro. Nessa época, surgiram estudiosos que desejavam escrever a dança. Eles criaram uma espécie de partitura, onde os nomes dos passos, símbolos e desenhos são escritos paralelamente às notas musicais.

Nos livros onde foi "escrita" a dança, também foram catalogados novos passos:
relevés, tombés, glissés, diversos tipos de pequenos saltos, cabrioles,
coupé (que não era igual ao coupé de hoje) contratempos, chassés e sissones.
Obviamente, o desenvolvimento da nomenclatura e da escrita da dança clássica facilitou o ensino e ampliou o aprendizado da dança. Mas os coreógrafos não adotaram a técnica da escrita, e por isso, ao contrário do que aconteceu com a música, não é possível reproduzir um ballet assim como ele foi concebido.
Havia uma certa resistência à escrita: segundo um famoso maitre de ballet da época,
"A coreografia escrita apaga a genialidade". Foi a partir desses pequenos avanços que surgiu a dança acadêmica, a técnica clássica definida, que é a mesma técnica que conhecemos hoje, apesar das mudanças e influências sofridas nesses dois séculos.

Conheça outras histórias interessantes:




A Escola
- Cursos - Ensino Profissionalizante - Horários - Professores - Royal - Grupo - Fotos Corpo e Dança - Agenda - Prêmios
História da Dança - Ballets de Repertório - Grandes Nomes - Fotos dos Grandes Ballets - Dicas - Bastidores
Saúde do Bailarino - Técnica - Dicionário - Benefícios - Bolsas de Estudo



Tel.: (11) 2972.1073 / corpoedanca@corpoedanca.com.br
Rua Altinópolis, 333 - Água Fria - São Paulo - SP

Atualizado em junho/2008
Desenvolvido por RRR